De maneira arredondada, já faz um ano e meio que Mano Menezes assumiu o comando da Seleção Brasileira, com dois discursos claros: renovação e protagonismo. Digamos que, o primeiro objetivo tenha sido parcialmente alcançado, mas o segundo está muito longe de acontecer.
Passa a ser preocupante ver que, após mais de um ano, o Brasil ainda não consegue marcar pressão de maneira ordenada, é como se cada um subisse para pressionar quando sentisse vontade. Ou pior: como não é jogo oficial, entram em campo com concentração ínfima, e esquecem as orientações recebidas. Isso sim é alarmante, pois o próximo jogo oficial é só em 2013, serão dois anos e meio jogando partidas "desconcentradas".
Seria bom se Mano entrasse 2012 sem a mentalidade de testes, mas sim fechar um grupo de 35 a 40 jogadores, e não sair disso. Entraria nesse grupo aqueles atletas que realmente tivessem arrebentando. Vicente del Bosque, treinador da Espanha, convoca sempre a mesma base, seja para pegar Liechtenstein ou Inglaterra, inserindo um ou outro apenas. Cada convocação do treinador brasileiro (tire dessa conta os jogos contra a Argentina) tem sempre umas três ou quatro caras novas.
Exemplo de possíveis novos integrantes do grupo: Alex (Corinthians), Miranda (Atlético de Madrid), Fábio (Cruzeiro), Willian (Shakhtar Donetsk). E, como há carência de centroavantes, vale torcer para que Luis Fabiano e Adriano, ou ao menos um dos dois, volte a jogar em grande nível.
Sendo assim, o grupo que Mano precisa fechar deveria ser mais ou menos assim (não pesquisarei convocação por convocação, certamente esquecerei alguns):
Goleiros: Júlio César, Jefferson, Victor, Neto, Diego Alves*
Laterais: Maicon, Daniel Alves, Rafael / Marcelo, Adriano, Fábio
Zagueiros: Thiago Silva, David Luiz, Lúcio, Dedé, Alex
Volantes: Lucas Leiva, Luiz Gustavo, Sandro, Ramires, Hernanes, Ralf, Elias, Fernandinho
Meias centrais: Ganso, Kaká, Ronaldinho, Jádson, Renato Augusto, Anderson
Externos: Neymar, Lucas, Hulk, Robinho
Centroavantes: Leandro Damião, Pato, Borges, Fred, Nilmar, Jonas
* A única opinião pessoal, pois é um baita goleiro, adiou ao máximo o rebaixamento do Almería e vem de grandes atuações pelo Valencia. No mais, não é lista dos meus convocados, e sim um filtro das convocações do Mano, visando fechar um grupo e tentar, enfim, montar um time.
10 de outubro de 2011
19 de julho de 2011
Falta de comprometimento e o Internacional
Dizer que falta comprometimento aos jogadores da seleção brasileira costuma ser vazio demais, sem nenhuma base. Não consigo imaginar um jogador com a benção da convocação não estar nem aí. Mas estou revendo meus conceitos. A razão para isso até parece vazia também, mas tem pequenas coisas que nos fazem enxergar falta de comprometimento.
Se você está na Copa América, se espera que vá acompanhar todos os jogos, já que não há coincidência de horários (algo ridículo na 3ª rodada). Mas não, alguns preferiam, dito publicamente por Daniel Alves e Neymar, assistir Insensato Coração.
Nada contra novelas. Mas fico imaginando a cabeça dos preocupados com futuros adversários, analisando, e ao mesmo tempo vendo seus companheiros de time assistindo novela.
Aspectos táticos, técnicos e entrosamento só vão dar certo se não houver racha entre os conscientes x "moleques" (sem relação com a idade). Jogadores que estão há anos na seleção (Júlio César, Maicon, Lúcio, especialmente) tendem a se sentir incomodados se os novos convocados chegarem com esse ar de não levar nada a sério.
E essa possível cisão foi especulada por repórteres, algo que eu não via acontecer com a seleção há muito tempo. É o tipo de coisa que não se tem uma informação, mas sim um feeling, de observar olhares, reação de uns enquanto outros riem, sutis entrelinhas nas declarações (como na coletiva do capitão Lúcio).
Demissão do Falcão
O que fizeram com o Falcão no Internacional é desumano, um absurdo, e não sou colorado. Tiraram-o da Rede Globo, bancaram sua contratação, bancaram um projeto, uma nova filosofia de jogo, "abarcelonalizado", pra depois de pouco mais de três meses mandarem-o embora. Isso porque foi campeão gaúcho.
Voltar para a TV fica difícil, arrumar outro time também. O Inter tirou-o de dois empregos em três meses. E o pior: em véspera do Inter encarar o Barcelona pela Copa Audi, time-modelo das ideias de Falcão.
Se você está na Copa América, se espera que vá acompanhar todos os jogos, já que não há coincidência de horários (algo ridículo na 3ª rodada). Mas não, alguns preferiam, dito publicamente por Daniel Alves e Neymar, assistir Insensato Coração.
Nada contra novelas. Mas fico imaginando a cabeça dos preocupados com futuros adversários, analisando, e ao mesmo tempo vendo seus companheiros de time assistindo novela.
Aspectos táticos, técnicos e entrosamento só vão dar certo se não houver racha entre os conscientes x "moleques" (sem relação com a idade). Jogadores que estão há anos na seleção (Júlio César, Maicon, Lúcio, especialmente) tendem a se sentir incomodados se os novos convocados chegarem com esse ar de não levar nada a sério.
E essa possível cisão foi especulada por repórteres, algo que eu não via acontecer com a seleção há muito tempo. É o tipo de coisa que não se tem uma informação, mas sim um feeling, de observar olhares, reação de uns enquanto outros riem, sutis entrelinhas nas declarações (como na coletiva do capitão Lúcio).
Demissão do Falcão
O que fizeram com o Falcão no Internacional é desumano, um absurdo, e não sou colorado. Tiraram-o da Rede Globo, bancaram sua contratação, bancaram um projeto, uma nova filosofia de jogo, "abarcelonalizado", pra depois de pouco mais de três meses mandarem-o embora. Isso porque foi campeão gaúcho.
Voltar para a TV fica difícil, arrumar outro time também. O Inter tirou-o de dois empregos em três meses. E o pior: em véspera do Inter encarar o Barcelona pela Copa Audi, time-modelo das ideias de Falcão.
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Mentalidade Brazuca
26 de junho de 2011
Os adversários do River na 2º divisão
Já vi muita coisa estranha no futebol. 2004 então que o diga, ano onde Once Caldas ganhou a Libertadores, Porto a Liga dos Campeões (contra o Monaco!) e Grécia a Eurocopa.
Já vi Palmeiras e Botafogo rebaixados no mesmo ano. Vi a mobilização do país pela queda do Corinthians. Vi o Vasco cair, a Juventus de Turim cair, um tal Kuerten surpreender o mundo do tênis em Paris, um título de Fórmula 1 decidido na última curva.
Já vi o Barcelona contratar o Keirrison.
E hoje, 26 de junho de 2011, vi o River Plate ser rebaixado pela primeira vez, e no exato dia onde completava 15 anos da conquista da Libertadores de 1996, no mesmo Monumental de Núñez.
O rebaixamento na Argentina se dá pela média de pontos das últimas três temporadas, ou seja, 114 jogos (38 x 3), e nem assim o River conseguiu pontuação para ser ao menos o 16º colocado. Então não dá pra culpar apenas o atual elenco. Os Millonarios conseguiram terminar na última colocação o Apertura 2008/09, determinante pra jogar a média para baixo.
Para se ter ideia da repercussão, dos poucos sites europeus que entrei, vi que As e Marca fizeram o ao vivo da partida, enquanto a Gazzetta dello Sport tinha a notícia da queda como sua manchete principal. Tenho até curiosidade de saber qual foi a audiência mundial da derrota agregada diante do Belgrano.
Dos cinco grandes (Boca Juniors, Independiente, San Lorenzo, Racing e River Plate), apenas os dois primeiros nunca caíram. E o último que havia sido rebaixado foi o Racing, há 28 anos.
Para fechar, conheça os rivais do River na segunda divisão: Aldosivi, Almirante Brown, Atlanta, Atlético Tucumán, Boca Unidos, Chacarita Juniors, Defensa y Justicia, Deportivo Merlo, Ferro Carril, Gimnasia Jujuy, Huracán, Independiente Rivadavia, Instituto de Córdoba, Patronato, Quilmes, Rosario Central, Sportivo Desamparados e Gimnasia y Esgrima La Plata/San Martín (San Martín fez 1-0 no jogo de ida da promoción).
- Coloco uma questão: e se houvesse playoff no Brasil? Acho exagerado cairem quatro equipes, o ideal seriam três, mas se vão ser quatro, por que não um confronto 17º da Série A contra o 4º da Série B? O primeiro não foi tão mal assim e o segundo não foi tão bem assim. Seriam jogos de encher estádio, de atrair a atenção de todos (pois os campeonatos já estariam encerrados), um lutando pra não cair e outro para subir.
Fora a possibilidade de um clássico estadual. Em 2010 o jogo seria (17ºA) Vitória x (4ºB) América-MG, mas quem ficou em 3º foi o Bahia, imagine Salvador tendo dois 'Bavi' valendo acesso ou descenso. Em 2008 quase daria (17ºA) Figueirense x (3ºB) Avaí.
É uma ideia.
Já vi Palmeiras e Botafogo rebaixados no mesmo ano. Vi a mobilização do país pela queda do Corinthians. Vi o Vasco cair, a Juventus de Turim cair, um tal Kuerten surpreender o mundo do tênis em Paris, um título de Fórmula 1 decidido na última curva.
Já vi o Barcelona contratar o Keirrison.
E hoje, 26 de junho de 2011, vi o River Plate ser rebaixado pela primeira vez, e no exato dia onde completava 15 anos da conquista da Libertadores de 1996, no mesmo Monumental de Núñez.
O rebaixamento na Argentina se dá pela média de pontos das últimas três temporadas, ou seja, 114 jogos (38 x 3), e nem assim o River conseguiu pontuação para ser ao menos o 16º colocado. Então não dá pra culpar apenas o atual elenco. Os Millonarios conseguiram terminar na última colocação o Apertura 2008/09, determinante pra jogar a média para baixo.
Para se ter ideia da repercussão, dos poucos sites europeus que entrei, vi que As e Marca fizeram o ao vivo da partida, enquanto a Gazzetta dello Sport tinha a notícia da queda como sua manchete principal. Tenho até curiosidade de saber qual foi a audiência mundial da derrota agregada diante do Belgrano.
Dos cinco grandes (Boca Juniors, Independiente, San Lorenzo, Racing e River Plate), apenas os dois primeiros nunca caíram. E o último que havia sido rebaixado foi o Racing, há 28 anos.
Para fechar, conheça os rivais do River na segunda divisão: Aldosivi, Almirante Brown, Atlanta, Atlético Tucumán, Boca Unidos, Chacarita Juniors, Defensa y Justicia, Deportivo Merlo, Ferro Carril, Gimnasia Jujuy, Huracán, Independiente Rivadavia, Instituto de Córdoba, Patronato, Quilmes, Rosario Central, Sportivo Desamparados e Gimnasia y Esgrima La Plata/San Martín (San Martín fez 1-0 no jogo de ida da promoción).
- Coloco uma questão: e se houvesse playoff no Brasil? Acho exagerado cairem quatro equipes, o ideal seriam três, mas se vão ser quatro, por que não um confronto 17º da Série A contra o 4º da Série B? O primeiro não foi tão mal assim e o segundo não foi tão bem assim. Seriam jogos de encher estádio, de atrair a atenção de todos (pois os campeonatos já estariam encerrados), um lutando pra não cair e outro para subir.
Fora a possibilidade de um clássico estadual. Em 2010 o jogo seria (17ºA) Vitória x (4ºB) América-MG, mas quem ficou em 3º foi o Bahia, imagine Salvador tendo dois 'Bavi' valendo acesso ou descenso. Em 2008 quase daria (17ºA) Figueirense x (3ºB) Avaí.
É uma ideia.
25 de junho de 2011
Europeu Sub-21 - Espanha campeã e seleção do torneio
E chegou ao fim o Europeu Sub-21, com a Espanha mantendo um absurdo domínio no futebol atual, conquistando o título de maneira até tranquila - exceto a semifinal diante de Belarus. Em todas as posições há jogadores com enormes chances de integrarem a seleção principal.
República Tcheca 0 x 1 Belarus - Apesar de ser disputa de 3º lugar, o jogo tinha ar de final, pois o vencedor garantiria vaga nas Olimpíadas de Londres. Após um primeiro tempo de domínio tcheco, a situação passou a pender pro lado bielorrusso depois da expulsão de Lukás Vácha, por colocar a mão na bola.
A dois minutos do fim, em cruzamento do bom lateral Oleg Veretilo (Dinamo Minsk), o zagueiro Egor Filipenko classificou Belarus pela primeira vez para os Jogos Olímpicos.
Suíça 0 x 2 Espanha - O início de partida mais complicado pra Espanha no torneio, tendo "só" 55% de posse de bola até o minuto quinze. A Suíça posicionava seus jogadores de frente no campo defensivo da Espanha, dificultando a saída de bola. Quando a Fúria passou ao ritmo habitual, quase veio um gol suíço pra surpreender, com (pra variar) Xherdan Shaqiri, bola socada para fora por David de Gea.
Mesmo dominando, a Espanha não criava chances, mas mesmo assim conseguiu abrir o placar no fim do primeiro tempo, em grande cruzamento de Didac Vilà na cabeça de Ander Herrera (Athletic Bilbao). Foi o primeiro gol que a seleção dos Alpes sofreu.
No segundo tempo, pra coroar uma competição muito bacana de se acompanhar, o brasileiro Thiago Alcântara fez um gol absurdo, a cerca de 40 metros do gol, cobrando rapidamente uma falta encobrindo o goleiro Yann Sommer.
Antes do torneio começar, fiz uma lista sobre 10 jogadores que poderiam brilhar, e falei que era a primeira chance de Thiago demonstrar se poderia ser o tal "novo Xavi". Sua resposta foi altamente positiva.
Seleção FAC do torneio:
Sommer (Suíça); Veretilo (Belarus), Botía (Espanha), Mazuch (Rep.Tcheca) e Boilesen (Dinamarca); Dockal (Rep. Tcheca), Javi Martínez e Thiago Alcântara (Espanha); Shaqiri (Suíça), Adrían e Mata (Espanha).
Melhor jogador: Xherdan Shaqiri
Artilheiro: Adrián (Espanha) - 5 gols
23 de junho de 2011
Europeu Sub-21 - Dia 7
Semifinais bem emocionantes no Europeu Sub-21, com duas prorrogações e definições de classificados para as Olimpíadas de 2012.
Espanha 3 x 1 Belarus - Foi um daqueles jogos onde quem não acha posse de bola importante adorou. A Espanha teve simplesmente 73% de domínio da bola na partida, e mesmo assim só conseguiu levar a partida para a prorrogação graças a um gol de Adrián López (Deportivo La Coruña) aos 44 minutos do segundo tempo, após sair atrás com um gol de Andrey Voronkov (Kryvbas-UCR) na etapa inicial.
No tempo extra, Adrián marcou seu quinto gol e se isolou na artilharia, e Jéffren Suárez (Barcelona) fechou a conta.
Suíça 1 x 0 República Tcheca - Jogo tenso. De assistir. De longe a pior partida da Suíça que, embora dominasse mais a bola, não ameaçava o gol tcheco. Xherdan Shaqiri, mesmo fazendo uma atuação abaixo do normal, era quem mais tentava.
Ao invés de tentar aproveitar uma jornada desinspirada dos suíços, a RT preferia não perder a partida, o que é pouco para quem teve a melhor campanha na fase pré-grupos, e acabou castigada pela falta de ousadia aos 9 minutos do segundo tempo da prorrogação, com um gol de Admir Mehmedi (Zürich) de fora da área.
Espanha e Suíça, que fazem a final no próximo sábado, se garantiram nas Olimpíadas. Já Belarus e República Tcheca fazem uma disputa de 3º e 4º com ar de final também, pois o vencedor estará em Londres em 2012.
19 de junho de 2011
Europeu Sub-21 - Dia 6
Compromissos familiares não me permitiram ver as partidas de hoje. Focarei mais numa prévia das semifinais.
Ucrânia 0 x 3 Espanha - Dois gols de Juan Mata, um de Adrián. Posse de bola da Espanha foi 64%. Absurdo.
Inglaterra 1 x 2 República Tcheca - Os ingleses se classificam até os 44 do 2º tempo, gol de Danny Welbeck, até sofrerem o empate de Jan Chramosta, resultado que já bastava para a eliminação, mas ainda deu tempo de sofrer a virada, gol de Tomás Pekhart.
Agora, ao que interessa. As semifinais serão disputadas no dia 22 de junho.
Espanha x Belarus - Em seus três jogos até aqui, a Espanha teve uma média de posse de bola de 63%. Ou seja, quando chegarem ao time principal da Fúria, estarão completamente habituados ao estilo de jogo, do lateral direito ao atacante esquerdo. Juan Mata, que já faz parte da Espanha principal, faz um excelente torneio, briga pelo título de melhor jogador.
Do lado bielorrusso, com o perdão do clichê, é um time que realmente gosta de jogar no contra-ataque, forma como venceu a Islândia na estreia. Pavel Nekhaychik e Aleksandr Perepechko são os destaques do setor ofensivo.
Favoritismo absoluto da Espanha.
Suíça x República Tcheca - Única 100% até aqui, a Suíça tem em Xherdan Shaqiri o comandante de um setor ofensivo atuante, mas com o desfalque de Granit Xhaka, que recebeu o segundo amarelo. Innocent Emeghara é ótima opção atuando aberto pela esquerda. E o goleiro Yann Sommer é o destaque da posição no torneio.
Os tchecos vêm embalados pela virada sobre a Inglaterra, e o fato de terem a melhor campanha na fase prévia aos grupos mostra como a equipe é forte. A dupla de zaga Marek Suchý e Ondrej Mazuch é muito interessante. Falta acertar o centroavante (em um 4-1-4-1), nem Tomás Pekhart e nem Libor Kozák se firmaram.
Nada contra Belarus ou Rep. Tcheca, mas torço para uma final Espanha x Suíça. Seria a coroação de um torneio excelente.
18 de junho de 2011
Europeu Sub-21 - Dia 5
Suíça 3 x 0 Belarus - Do meio pra frente, chega a encantar a facilidade como joga a seleção dos Alpes. Mais uma vez comandada por Xherdan Shaqiri, candidatíssimo ao prêmio de "MVP" do torneio, venceu com facilidade a equipe de Belarus. Destaque da partida, pelos dois gols, foi Admir Mehmedi (FC Zürich).
As duas seleções avançaram para a semifinal; a Suíça com 100% de aproveitamento. A classificação bielorrussa será explicada abaixo.
Islândia 3 x 1 Dinamarca - No começo da competição apontei a Islândia como possível surpresa. Perdeu os dois primeiros jogos, mas hoje justificou minha aposta, vencendo a anfitriã Dinamarca por 3 a 1, um dos gols marcados por Kolbeinn Sigthórsson. Ainda sim, o atacante do AZ Alkmaar fez uma má competição.
Só que o resultado ficou exatamente no meio do caminho pra eliminar os dois nórdicos. Fosse 4 a 1, dava Islândia; 2 a 1, dava Dinamarca. 3 a 1 deu Belarus.
Belarus, Islândia e Dinamarca terminaram com 3 pontos. Em caso de tríplice empate, tira-se o saldo de gols nos jogos das seleções envolvidas. Belarus venceu a Islândia por 2 a 0 e perdeu de 2 a 1 para a Dinamarca (saldo um); a Islândia perdeu para Belarus por 2 a 0 e venceu a Dinamarca por 3 a 1 (saldo zero), enquanto a Dinamarca venceu Belarus por 2 a 1 e perdeu para a Islândia por 3 a 1 (saldo menos um).
Amanhã definem-se os classificados do Grupo B: Espanha (4 pontos) x Ucrânia (1 ponto) e Inglaterra (2 pontos) x República Tcheca (3 pontos).
15 de junho de 2011
Europeu Sub-21 - Dia 4

República Tcheca 0 x 2 Espanha - Após tropeçar na estreia, dominando a Inglaterra e sofrendo o empate no fim, a Espanha venceu com tranquilidade a República Tcheca, em seu estilo tradicional, terminando a partida com "só" 66% de posse de bola.
Os destaques da partida foram Juan Mata (Valencia), autor das assistências, e Adrián López (Deportivo La Coruña), autor dos gols. É a favorita ao título.
Ucrânia 0 x 0 Inglaterra - Chega a dar agonia como a Inglaterra não consegue montar um time, parece que os jogadores se conhecem no vestiário e vão a campo. De positivo, a bela atuação de Daniel Sturridge (Chelsea), disparado o melhor em campo, criou ao menos três ótimas chances de gol.
Na Ucrânia, destaque para Denys Garmash, meia central do Dynamo Kiev que ganhou a posição de Andriy Yarmolenko e responsável por armar as principais jogadas do time amarelo.
Classificação: Espanha 4, Rep. Tcheca 3, Inglaterra 2 e Ucrânia 1
Última rodada - 19/06
Inglaterra x República Tcheca / Ucrânia x Espanha
Os destaques da partida foram Juan Mata (Valencia), autor das assistências, e Adrián López (Deportivo La Coruña), autor dos gols. É a favorita ao título.
Ucrânia 0 x 0 Inglaterra - Chega a dar agonia como a Inglaterra não consegue montar um time, parece que os jogadores se conhecem no vestiário e vão a campo. De positivo, a bela atuação de Daniel Sturridge (Chelsea), disparado o melhor em campo, criou ao menos três ótimas chances de gol.
Na Ucrânia, destaque para Denys Garmash, meia central do Dynamo Kiev que ganhou a posição de Andriy Yarmolenko e responsável por armar as principais jogadas do time amarelo.
Classificação: Espanha 4, Rep. Tcheca 3, Inglaterra 2 e Ucrânia 1
Última rodada - 19/06
Inglaterra x República Tcheca / Ucrânia x Espanha
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